A POET FROM CAXIAS

A POET FROM CAXIAS
DE JOCARLOS GASPA>> GRANDE BALUARTE DA HUMANIDADE O Poeta dorme. Dorme enquanto à sua raiz parte para um sono profundo. O Poeta dorme. Dorme enquanto no céu brilha à sua estrela. O Poeta dorme. Dorme enquanto o homem se distancia cada vez mais do seu Criador. O Poeta Dorme. Dorme enquanto os velhos e deficientes são humilhando e desprezados num mundo consumista. O Poeta Dorme. Dorme de tristeza pela falta de amor e respeito para com sua imagem e semelhança. O Porte Dorme. Dorme enquanto as drogas, a pedofilia e o descaso tem sido um palco de comédia à desgraça alheia. O Poeta Dorme. Dorme enquanto a prostituição infantil tem se alastrado de Norte a Sul de Leste a Oeste num perfeito sistema dominó. O Poeta Dorme. Dorme enquanto a mentira, o falso testemunho e a corrupção têm sido parâmetro para delimitar a justiça. O Poeta Dorme. Dorme enquanto a falência humana tem sido imperativa na saúde, na segurança e na educação. O Poeta Dorme. Dorme enquanto o Niilismo se aflora em todos os segmentos humano. O Poeta Dorme. Dorme como uma Águia, esperando ansiosamente a Vinda do Noivo. JESUS CRISTO...O GRANDE BALUARTE...O VERDADEIRO POETA. O Poeta Dorme. Dorme enquanto aguarda a sua última viagem. BALANITA

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

É NATAL.JESUS AMOR ETERNO...FELIZ NATAL

Lucas 19
1Tendo Jesus entrado em Jericó, ia atravessando a cidade.

2Havia ali um homem chamado Zaqueu, o qual era chefe de publicanos e era rico.

3Este procurava ver quem era Jesus, e não podia, por causa da multidão, porque era de pequena estatura.

4E correndo adiante, subiu a um sicômoro a fim de vê-lo, porque havia de passar por ali.

5Quando Jesus chegou aquele lugar, olhou para cima e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa; porque importa que eu fique hoje em tua casa.

6Desceu, pois, a toda a pressa, e o recebeu com alegria.

7Ao verem isso, todos murmuravam, dizendo: Entrou para ser hóspede de um homem pecador.

8Zaqueu, porém, levantando-se, disse ao Senhor: Eis aqui, Senhor, dou aos pobres metade dos meus bens; e se em alguma coisa tenho defraudado alguém, eu lho restituo quadruplicado.

9Disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa, porquanto também este é filho de Abraão.

10Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.

11Ouvindo eles isso, prosseguiu Jesus, e contou uma parábola, visto estar ele perto de Jerusalém, e pensarem eles que o reino de Deus se havia de manifestar imediatamente.

12Disse pois: Certo homem nobre partiu para uma terra longínqua, a fim de tomar posse de um reino e depois voltar.

13E chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas, e disse-lhes: Negociai até que eu venha.

14Mas os seus concidadãos odiavam-no, e enviaram após ele uma embaixada, dizendo: Não queremos que este homem reine sobre nós.

15E sucedeu que, ao voltar ele, depois de ter tomado posse do reino, mandou chamar aqueles servos a quem entregara o dinheiro, a fim de saber como cada um havia negociado.

16Apresentou-se, pois, o primeiro, e disse: Senhor, a tua mina rendeu dez minas.

17Respondeu-lhe o senhor: Bem está, servo bom! porque no mínimo foste fiel, sobre dez cidades terás autoridade.

18Veio o segundo, dizendo: Senhor, a tua mina rendeu cinco minas.

19A este também respondeu: Sê tu também sobre cinco cidades.

20E veio outro, dizendo: Senhor, eis aqui a tua mina, que guardei num lenço;

21pois tinha medo de ti, porque és homem severo; tomas o que não puseste, e ceifas o que não semeaste.

22Disse-lhe o Senhor: Servo mau! pela tua boca te julgarei; sabias que eu sou homem severo, que tomo o que não pus, e ceifo o que não semeei;

23por que, pois, não puseste o meu dinheiro no banco? então vindo eu, o teria retirado com os juros.

24E disse aos que estavam ali: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem as dez minas.

25Responderam-lhe eles: Senhor, ele tem dez minas.

26Pois eu vos digo que a todo o que tem, dar-se-lhe-á; mas ao que não tem, até aquilo que tem ser-lhe-á tirado.

27Quanto, porém, aqueles meus inimigos que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui, e matai-os diante de mim.

28Tendo Jesus assim falado, ia caminhando adiante deles, subindo para Jerusalém.

29Ao aproximar-se de Betfagé e de Betânia, junto do monte que se chama das Oliveiras, enviou dois dos discípulos,

30dizendo-lhes: Ide ã aldeia que está defronte, e aí, ao entrar, achareis preso um jumentinho em que ninguém jamais montou; desprendei-o e trazei-o.

31Se alguém vos perguntar: Por que o desprendeis? respondereis assim: O Senhor precisa dele.

32Partiram, pois, os que tinham sido enviados, e acharam conforme lhes dissera.

33Enquanto desprendiam o jumentinho, os seus donos lhes perguntaram: Por que desprendeis o jumentinho?

34Responderam eles: O Senhor precisa dele.

35Trouxeram-no, pois, a Jesus e, lançando os seus mantos sobre o jumentinho, fizeram que Jesus montasse.

36E, enquanto ele ia passando, outros estendiam no caminho os seus mantos.

37Quando já ia chegando ã descida do Monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, regozijando-se, começou a louvar a Deus em alta voz, por todos os milagres que tinha visto,

38dizendo: Bendito o Rei que vem em nome do Senhor; paz no céu, e glória nas alturas.

39Nisso, disseram-lhe alguns dos fariseus dentre a multidão: Mestre, repreende os teus discípulos.

40Ao que ele respondeu: Digo-vos que, se estes se calarem, as pedras clamarão.

41E quando chegou perto e viu a cidade, chorou sobre ela,

42dizendo: Ah! se tu conhecesses, ao menos neste dia, o que te poderia trazer a paz! mas agora isso está encoberto aos teus olhos.

43Porque dias virão sobre ti em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te apertarão de todos os lados,

44e te derribarão, a ti e aos teus filhos que dentro de ti estiverem; e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste o tempo da tua visitação.

45Então, entrando ele no templo, começou a expulsar os que ali vendiam,

46dizendo-lhes: Está escrito: A minha casa será casa de oração; vós, porém, a fizestes covil de salteadores.

47E todos os dias ensinava no templo; mas os principais sacerdotes, os escribas, e os principais do povo procuravam matá-lo;

48mas não achavam meio de o fazer; porque todo o povo ficava enlevado ao ouvi-lo.

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